
terça-feira, 8 de junho de 2010
Cinema Digital Popular (finalmente...)

Postado por Luiz Salles
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Sobre Mentiras e Omissões
Postado por Luiz Salles
segunda-feira, 6 de julho de 2009
O Show do Grotesco

Postado por Luiz Salles
terça-feira, 30 de junho de 2009
Descanse em Paz, Michael
Postado por Luiz Salles
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Mais uma crônica de outra morte anunciada.
Postado por Luiz Salles
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Haja o que houver, não tome a bebida
Postado por Luiz Salles
Joe Satriani versus Coldplay
Postado por Luiz Salles
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
O tempo e a poeira
Postado por Luiz Salles
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Nossa Terra-de-Ninguém
Às vezes, a gente pensa: "por que a vida é uma m***a?"
Postado por Luiz Salles
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Peace on Earth for the men of goodwill
Postado por Luiz Salles
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
15ª Fest Comix HOJE!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Postado por Luiz Salles
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
"HQ O QUÊ?" na FNAC Pinheiros
Recebi o release por e-mail:
"4º Festival de Quadrinhos da FNAC
de 20 a 25 de outubro
O "HQ O QUÊ?" tem mostrado o forte papel dos quadrinhos como incentivador da leitura, instrumento educativo e parte fundamental da produção literária e artística do Brasil. Durante uma semana, o universo dos quadrinhos é discutido, com um tema diferente por dia com desenhistas, editores, jornalistas e profissionais especializados em forma de palestras, bate-papos e oficinas, para quem é amante de quadrinhos e para profissionais que buscam ingressar no mercado de trabalho. Curadoria de Silvio Alexandre.
Dia 20/10 (2ª feira), às 19h:
Cláudio Seto, o Samurai dos Quadrinhos
Cláudio Seto foi o primeiro artista brasileiro a utilizar o traço característico do mangá em publicações nacionais. Isso ocorreu na década de 60. Ele publicou histórias de samurais e ninjas, numa época em que ninguém sabia direito o que significavam esses termos. Seu personagem O Samurai, sairá este ano em um álbum pela Devir. Para falar sobre quem lançou o estilo mangá no país, teremos um bate-papo com a professora e pesquisadora Sonia Luyten; e o escritor e jornalista Gonçalo Júnior.
Dia 21/10 (3ª feira), às 19h:
Prêmio Fnac Novos Talentos: anúncio oficial dos ganhadores
Neste encontro serão anunciados os ganhadores do Prêmio Fnac Novos Talentos - Quadrinhos com coquetel e atrações especiais (www.fnac.com.br/premiofnacnovostalentos). Teremos, também, a exibição do premiado documentário Dossiê Rê Bordosa de César Cabral, feito em animação stop-motion, que investiga as razões por trás da decisão do cartunista Angeli de matar uma de suas mais famosas criações, a diva underground Rê Bordosa. O filme conta com depoimentos de Angeli, Laerte, Toninho Mendes (editor da revista Chiclete com Banana), e as vozes de Grace Gianoukas como Rê Bordosa e Paulo César Pereio como Bibelô.
Dia 22/10 (4ª feira) , às 19h:
Bate-papo com o artista argentino Liniers, o mais recente fenômeno dos quadrinhos
Conversa descontraida e informativa com Ricardo Liniers, respondendo questões do quadrinista Eloar Guazzelli Filho e do jornalista Eduardo Nasi, sobre o atual momento dos quadrinhos na Argentina e no mundo. Lançamento do álbum "Macanudo", com suas tiras poéticas, irônicas e reflexivas no Brasil pela Zarabatana Books.
Dia 23/10 (5ª feira), às 19h:
Mesa-redonda: Publicação independente, uma saída para o mercado dos Quadrinhos?
O cenário de quadrinhos brasileiros tem melhorado bastante, tanto pelo aumento de produção, quanto pelo aumento de qualidade. E muito disso se deve a uma forte produção de quadrinhos independente, que hoje no Brasil, representa 90% do que é publicado. Os quadrinhistas Edu Mendes, Will, Cadu Simões, Marcos Venceslau, Daniel Esteves e Flávio Luiz discutem se os independentes serão a solução para os problemas do mercado editorial.
Dia 24/10 (6ª feira), às 19h:
Bate-papo: As atuais mudanças e transformações dos Quadrinhos no Brasil.
O editores da HQM Editora conversam sobre a nova safra de autores, a produção de quadrinhos nacionais e como as editoras enxergam este mercado. Além disso, os editores Carlos Costa, Artur Tavares e Leonardo Vicente falarão sobre os próximos lançamentos da editora programados para 2008 e 2009. A mediação será feita pelo jornalista Paulo Ramos, do Blog dos Quadrinhos.
OFICINAS
Dia 25/10 (Sábado), das 12 às 15 horas
Oficina: Comics Power – uma nova metodologia de produção de quadrinhos
O cartunista e jornalista indiano Sharad Sharma desenvolveu a metodologia Comics Power (Poder das HQs), cuja proposta é mostrar que, através dos quadrinhos, todos podem auxiliar na mobilização social e na luta por direitos. Com esse método qualquer pessoa pode montar uma HQ a partir de sua história de vida. A dinâmica é simples e acessível à maior parte das pessoas, mesmo as que não sabem ler e escrever. Hoje, sua metodologia está presente no Sri Lanka, Finlândia, Moçambique e Brasil. Inscrições (11) 3579-2039. vagas limitadas.
Dia 25/10 (Sábado), das 16 às 18 horas
Oficina: A narrativa nos quadrinhos - Marcelo Campos
O que diferencia as Histórias em Quadrinhos de qualquer outra mídia são as ferramentas de linguagem específicas que criaram esta forma de expressão, aprimoradas através dos anos por centenas de artistas no que chamamos de narrativa ou storytelling. A intenção desta oficina é apresentar uma base desta estrutura de linguagem, seus símbolos gráficos e um pouco da evolução do que chamamos sintaxe. Inscrições (11) 3579-2039. vagas limitadas.
Dia 25/10 (Sábado), das 18 às 20 horas
Oficina de Fanzine - Will
Oficina com o ilustrador e designer gráfico Will. O objetivo desta atividade é analisar, através da teoria e prática, o processo de concepção das publicações de fãs. Analisando algumas das atuais publicações e também aquelas que fizeram a história do gênero, procuraremos vivenciar situações reais da criação deste popular veículo de comunicação. A intenção é oferecer instrumentos ao fanzineiro, futuro profissional dos quadrinhos ou da área editorial, para que ele possa criar e apresentar um material com conteúdo editorial e de informação coerentes e também com qualidade gráfica compatível com as atuais tecnologias de impressão. Com apostila. Inscrições (11) 3579-2039. vagas limitadas."
O Evento vai acontecer na FNAC Pinheiros, na Av. Pedroso de Morais, 858 - Pinheiros (SP)
Fone: (11) 4501-3000
A Entrada é franca!
Postado por Luiz Salles
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Postado por Luiz Salles
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Três
Postado por Luiz Salles
terça-feira, 8 de julho de 2008
No melhor estilo "salvem o planeta"
WALL-E - Imagine como o mundo seria se não seguíssemos o prazo dado esta semana pela ONU, de sete anos, para reverter o rumo das coisas na Terra.
AGENTE 86 (GET SMART) - Agora, imagine uma pessoa absurdamente inteligente e, ao mesmo tempo, extremamente estúpida (estúpida no sentido de esperta) ao mesmo tempo. Este é Maxwell Smart, um espião muito competente e minuscioso da agência de espionagem americana CONTROLE.Postado por Luiz Salles
segunda-feira, 16 de junho de 2008
À Partir De...
É que, há algum tempo, me incomoda uma "saída pela tangente" do marketing varejista, que adora "apunhalar o consumidor pelas costas", ou "pegá-lo no contrapé", como diria algum goleiro por aí: o já famoso "à partir de".
Vou dar um exemplo de caso da "jogada" de marketing do varejo brasileiro: você vai até uma grande rede de hipermercados e se depara com uma prateleira de cd's. Chega perto e vê o precinho convidativo de R$12,00 (R$11,99, na verdade) pelos CD's, mas não repara que, acima do preço, obviamente fora do balão que o informa, em letrinhas miúdas, está o "à partir de", discretamente estampado.
Você remexe a prateleira em busca de um CD que preste (primeiro erro do ingênuo consumidor) e descobre que a prateleria, na verdade, deveria ser de "à partir de" R$19,00 (R$18,99), mas nem esquenta e continua procurando.
Quando você acha um CD que "não tem preço", e é exatamente aquele que você levaria, caso ele custasse R$11,99. Mas, escaldado que você é, você vai ao leitor de código de barras, que não funciona. Procura outro, geralmente do outro lado do mercado, e descobre que, caso levasse ao caixa, pagaria não menos do que R$32,00 (R$31,99). Larga o CD na sessão de bebidas, desapontado, e volta para casa.
Esta semana, que eu fiquei inteira sem postar aqui no Blog para tentar, em vão, realizar meu sonho da casa própria, me deparei com um site de uma construtora que se gaba de fazer "imóveis a preços que você pode pagar". Até aí, tudo bem: dependendo de a quem eles se dirigem, eles podem não estar falando comigo, certo? Pois bem: chafurdando no site, reparei que os apartamentos não tinham preço, apenas informavam, todos, que tinham prestações "à partir de" R$240,00.
O consumidor ingênuo (eu, por exemplo) se sente feliz com isso. Imagine você passar a pagar para alguém a metade do que você paga de aluguel e, ao invés de jogar esse dinheiro a um "fundo perdido", você investir em algo que será seu?
Animado, você quer logo falar com alguém e, logo, se vê conversando com um robô on-line, que só sabe dizer duas coisas: "todos os empreendimentos da Construtora ***** têm preços 'à partir de' 58 mil reais" e "para maiores informações, o senhor terá que conversar com um vendedor direto na loja da *****". Mesmo assim, você fica feliz, desmarca todos os seus compromissos (afinal, o que e mais importante do que a sua casa própria?) e marca com eles no sábado, às 16h.
Chegando à loja, você se anima com a classe social das pessoas que estão sendo cordialmente atendidas na loja: todas parecem receber menos que você. Você é prontamente atendido or um vendedor que não é o que marcou com você e fica sabendo das más notícias:
1. O apartamento não custa R$58 mil, mas R$90 mil. Os imóveis de R$58 mil ficam do outro lado da cidade, e lhe obrigariam a pegar dois trens lotados+ônibus para chegar no seu trabalho o qual, atualmente, você só anda dois quarteirões para chegar.
2. A sua renda mensal é a metade da exigida para o financiamento deste apartmento.
Agora, tudo isso poderia ter sido evitado com uma simples mudança de atitude da construtora. Ao invés de colocar que o imóvel (qualquer um deles) pode ser comprado com prestações "à partir de" R$240, ou informar, via atendimento eletrônico, que qualquer um dos empreendimentos tinha preços "à partir de" R$58 mil, colocar coisas menos simpáticas, porém, mais esclarecedoras, do tipo "prestações de acordo com a renda do comprador - rendas à partir de R$2 mil", ou "imóveis com preços entre R$58 mil e R$200 mil", ou, ainda, simplesmente colocar o preço do imóvel no site.
Isso não deveria nem precisar da tal "auto-regulamentação". É uma questão ética: tratar o seu consumidor com honestidade e respeito. Afinal, o cara que, como eu, vai até lá quebrar a cara, não vai poder MESMO comprar o imóvel, nem vai se mudar para o outro lado da cidade e pegar duas horas (no mínimo) de trânsito para ficar longe da família e do trabalho, só para ter seu imóvel (para isso, eu compraria algo em Santos, que tornaria vários aspectos da minha vida pessoal, incluindo conjugal e de saúde, muito melhores).
É só perda de tempo para o "não-comprador" e para o "não-vendedor", que poderia estar atendendo alguém que REALMENTE possa comprar o imóvel pretendido.
Faz um tempo que eu reclamo do "à partir de", mas, este final de semana, eu realmente perdi a paciência. Uma coisa é fazer isso com um CD, numa prateleira ruim, que vai fazer você gastar uns trocados a mais, ou não; outra coisa é você brincar com um sonho de uma pessoa e fazê-la quebrar a cara na frente da família.
Não sei qual é a regulamentação da publicidade em relação a isso, mas acho que é uma saída suja para evitar processos por propaganda enganosa.
Me corrijam se eu estiver errado.
Postado por Luiz Salles
terça-feira, 3 de junho de 2008
O estúpido e o extremamente inteligente
A história é a seguinte: O astro pop americano, que sempre se achou a maior referência artística do mundo desde Beethoven (apesar de fazer uma música pra lá de legal pra porra, o Prince nunca foi 1% do que ele acha que é), ao saber que a sua interpretação de "Creep", do Radiohead, feita em um show, foi parar no Youtube, mandou ao Google, através da diretoria de sua gravadora, uma ordem, seguida ao pé-da-letra, de retirar de seus sites toda e qualquer menção fotográfica, auditiva e/ou audiovisual de seus sites, alegando quebra de direitos autorais.
Até aí, vá lá, era de se esperar, vindo de quem veio.
Só que, aí, o baterista do Radiohead ficou sabendo do vídeo, e quis acessá-lo e, obviamente, não conseguiu. Contou pra banda e, todos juntos, liderados por Tom Yorke, soltaram uma ordem inversa ao Google, como que num "peraí, a música é minha e vai tocar na internet, sim!"
Até onde eu sei, a briga está na justiça.
É isso aí, Radiohead!
Depois dessa, eu até perdôo o último retrocesso de vocês!
Postado por Luiz Salles
"parênteses"
"Eu cavo, tu cavas, ele cava, nós cavamos, vós cavais, eles cavam... Não é bonito, mas é profundo."
tirado do blog http://franciskolwisk.blogspot.com/
Postado por Luiz Salles
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Programa Argentino, Humor Brasileiro e Muito Cérebro
Jornalismo? Humor? As duas coisas?
Pois é, o CQC: Custe o Que Custar, que passa na Band, às Segundas, às 22h, é, arrisco eu, o melhor programa da atual TV brasileira. Brasileira? A idéia do programa é argentina.
Não sei se você lembra daqueles caras que cuspiram na água do Parreira, nas eliminatórias da última Copa do Mundo. CQC.
A idéia é bem simples e ousada, ao mesmo tempo: fazer um programa jornalístico com muito humor, mas um humos ácido, contundente e de protesto.
Qual programa de humor, no Brasil, já foi até um bairro chique e chamou a polícia porque o bairro havia sido fechado? Que outro programa já fez um "teste de honestidade" e nos levou a pensar se temos, mesmo, moral para reclamar dos nossos governantes?
Talvez eu esteja exagerando, porque este programa me lembra muito as brincadeiras da época da faculdade (a galera, aí, se lembra do "HEIN?"), muito parecidas com o que os caras do CQC fazem. Os do PÂNICO, também, mas o CQC faz com muito mais estilo, mais cérebro, mais maturidade.
O PÂNICO é a brincadeira pela brincadeira, o CQC é a brincadeira um passo à frente, muito mais elaborada.
Mas acredito que valha, e muito, a pena ficar por uma hora em frente à telinha, sem fazer nada, sendo metralhado por muita política, humor, cultura e gargalhadas.
Um voto a mais para o "repórter inesperiente", que já tirou do sério gente do "gabarito" de Datena, Leão Lobo, Marcelinho Carioca e Gretchen, entre outros.
Fora o "proteste" e o "top five", impagáveis!
É a catarse no seu melhor estilo, do jeito que só a Televisão pode fazer, mas não vinha fazendo há anos, num programa argentino, mas, definitivamente, com seu "jeitinho brasileiro".
Postado por Luiz Salles



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